Adeus, Rogéria

Com muito pesar e tristeza recebemos na noite desta segunda-feira, 04/09, a  notícia do falecimento de Rogéria. De forma alguma poderíamos deixar tal personalidade passar em branco, resolvemos então fazer uma última homenagem destacando alguns de seus papeis mais importantes em telenovelas.

Rogéria, nascida Astolfo Barroso Pinto, iniciou sua carreira como maquiadora na extinta TV Rio, anos mais tarde, já como atriz, viveu fora do Brasil onde apresentava diversos shows, em 1979 recebeu o Troféu Mambembe, de Melhor Atriz, ao lado de Grande Otelo.

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Tieta – 1989 (Rede Globo)

Seu primeiro papel em uma telenovela foi em Tieta, em 1989, vivendo a personagem Ninete (Valdemar Alencar), uma prostituta de São Paulo, que ajuda Tieta em seus momentos de dificuldade. A personagem era uma  espécie de faz tudo, conselheira amorosa, financeira, de etiqueta, resolvia todos os problemas de Tieta, desde problemas na bolsa de valores até dando surras em inimigos da amiga.

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Paraíso Tropical – 2007 (Rede Globo)

Na novela Paraíso tropical, 2007, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, Rogéria interpretou Carolina da Silva, uma transformista que agitava o prédio da síndica Iracema (Daisy Lúcidi).

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Duas Caras – 2008 (Rede Globo)

Em Duas Caras, 2008, Rogéria deu vida a fotógrafa e transformista Astolfo Barroso.  Sua personagem era assistente de Dolores, papel de Vera Fischer.

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Lado a Lado – 2012 (Rede Globo)

Em Lado a Lado a atriz viveu Alzira Celeste, mãe de Diva Celeste, Maria Padilha, e a avó de Luciano, André Arteche, uma mulher altiva que ajudava a desvendar os mistérios do passado da filha.

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Babilônia – 2014 (Rede Globo)

Sua última participação em novelas foi em Babilônia, 2014. Onde viveu Úrsula Andressa, uma veterana estrela do show business. A personagem costumava dizer que o nome do prédio onde morava era inspirado nela, a verdadeira Sereia do Leme.

 

Rogéria também foi figura frequente no cinema brasileiro, participou como jurada em vários programas de auditório nas últimas décadas, como Chacrinha, Gilberto Barros e  Luciano Huck.  Foi coreógrafa da comissão de frente da Escola de Samba São Clemente, representando Maria, a louca, num enredo que tratava dos 200 anos da vinda da família real ao Brasil. E em 2016, lançou sua biografia Rogéria – Uma mulher e mais um pouco, de Marcio Paschoal.

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