Coração de Estudante, uma declaração de amor aos mineiros

Coração de Estudante foi uma novela produzida pela Rede Globo, entre 25 de fevereiro e 27 de setembro de 2002, em 185 capítulos. Escrita por Emanoel Jacobina, com a colaboração de Bosco Brasil, Cristianne Fridman, Júlio Fischer, Max Mallmann e Nelson Nadotti, com supervisão de texto de Carlos Lombardi e direção de Fabrício Mamberti e Cláudio Boeckel, direção de núcleo de Ricardo Waddington e direção geral de Rogério Gomes e Alexandre Avancini.

Coração de Estudante trouxe como foco central da trama a preservação do meio ambiente. O professor de Biologia Edu (Fábio Assunção) era um homem idealista que se mudava com o filho para a charmosa e fictícia cidade de Nova Aliança, em Minas Gerais, em busca de qualidade de vida. Edu era noivo de Amelinha (Adriana Esteves), mas ele acabava se apaixonando pela advogada Clara (Helena Ranaldi).

No decorrer da novela Clara e Edu resolvem viver seu grande amor, mas, além da interferência de Amelinha, a chegada à cidade do promotor Pedro Guerra (Bruno Garcia) causa grandes atritos entre o casal. Pedro tenta de todas as formas conquistar o coração da advogada.

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Coração de Estudante – 2002 (Rede Globo)

A história, segundo o diretor Ricardo Waddington, foi uma declaração de amor aos mineiros, além de ter sido a estreia de Emanuel Jacobina como autor de novelas. A trama teve cenas gravadas em Tiradentes, Minas Gerais, e na fazenda São Fernando, em Vassouras, no Rio de Janeiro.

O autor ainda teve a ajuda de Carlos Lombardi, os dois retrabalharam o perfil de alguns personagens, criaram outros e enfatizaram o humor da trama.

Por fim, Gabriela Duarte e Letícia Spiller foram cogitadas para viver a personagem Mariana, mas Carolina Kasting foi quem assumiu o papel. A trama fechou com média geral de 30 pontos.

4 comentários Adicione o seu

  1. Ana Cordeiro disse:

    Foi gravada na nossa lindíssima Universidade Federal Rural do RJ, eu fui figurante.

  2. João martins disse:

    Eu amei essa novela.

  3. Daniel Soares disse:

    Novela ótima.
    Na época que passou as 18 horas eu tinha 17 anos e tentava não perder 1 capítulo. Só que era difícil de eu ver a última parte já que tinha de sair pra ir à escola (eu estudava a noite). Apenas na reta final que dava pra ver toda já que passou a terminar mais cedo devido ao horário eleitoral.
    Achava muito engraçado o Nélio e a Amelinha hehe
    Sobre o Lombardi supervisionar o texto, eu notava que a novela tinha uns traços das novelas que ele escrevia na Globo. Algo bastante evidente foi a entrada de Bruno Garcia no meio da trama, fazendo papel de promotor escrachado (até hoje lembro de ele chamar o Edu de comedor de alface haha).

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