Débora Falabella pro UAI

Nascida no dia 22 de fevereiro de 1979, Débora Falabella iniciou no teatro amador aos 12 anos em Belo Horizonte. Já com 15 anos, participou da sua primeira peça profissional, “Flicts”, de Ziraldo. Aos 18 anos, interpretou outras personagens infantis, estudou dramaturgia e logo depois entrou na faculdade de Publicidade, cursando somente um ano e meio.

Atualmente a atriz é protagonista da peça “Mantenha Fora do Alcance do Bebê“. Sucesso de público e crítica, o elenco ainda conta com Anapaula Csernik, Jorge Emil e Diego Dac. O texto é assinado por Silvia Gomez, dramaturga formada no CPT – Centro de Pesquisas Teatrais, de Antunes Filho e direção de Eric Lenate.

Foto: Divulgação
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Na entrevista que você lê abaixo Débora fala de carreira e a importância de Minas em sua vida:

J.C. – Nos últimos anos você tem emplacado projetos de muito sucesso na TV, cinema e teatro. O que te faz aceitar um projeto? Neste momento você está em cartaz na peça  “Mantenha Fora do Alcance do Bebê”, o que te fez aceitar este projeto?

D.F. – Tenho uma relação muito intuitiva com os projetos que faço. Muitas vezes o que me atrai é o texto ou até mesmo a equipe envolvida. No caso da peça, acredito muito no texto da Silvia Gomez. Fui convidada e aceitei imediatamente. Silvia é uma autora jovem que sempre admirei. E sempre tive vontade de trabalhar com o Lenate. Ele é um ótimo diretor.

J.C. – Eu acredito que um trabalho sempre transforme a gente de alguma maneira. O que esta peça tem transformado em você?

D.F. – Essa peça fala muito sobre o nosso tempo. Sobre a herança que vamos deixar para os que virão. Desde o início tive uma identificação muito grande com o texto.

J.C. – Sua carreira sempre aconteceu de forma crescente, pelo menos é o que nós, jornalistas e público percebemos, mas a vida é sempre feita de etapas, quando a plenitude na carreira “aconteceu” pra você?

D.F. – Não acredito que tenha alcançado uma plenitude na carreira. Estou sempre em busca de algo que me desafie e algo que queira dizer para o outro. Acredito que seja esse o motor.

J.C. – Como boa mineira você deve ter lembranças, traços, sensações do estado. O que você carrega com você de Minas?

D.F. – Carrego muitas coisas de Minas.Minha companhia de teatro, o Grupo três, é composto por mineiros. Mesmo morando em São Paulo, e trabalhando em outras cidades, sempre me vejo rodeada por mineiros. Foi em Belo Horizonte que comecei a minha carreira. As pessoas que admiro, e que trabalho, são na maioria das vezes de lá.

J.C. – O que você pode nos dizer que é especial em Minas, que todos deveriam conhecer?

D.F. – Minas é um estado muito especial. Culturalmente muito rico. Historicamente também. Difícil dizer algo específico. Sendo mineira, para mim, é difícil dizer. Minhas referências culturais e artísticas, são muito ligadas a Belo Horizonte.As cidades históricas, os grupos de teatro,a música de Minas, a arte. Tudo isso para mim é uma preciosidade.

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